terça-feira, 2 de agosto de 2011

Desmistificação da homofobia


Este vídeo esteve circulando na internet há uns dias. Até onde se sabe, ele não é obra de nenhum evangélico, nem mesmo de alguma igreja evangélica. É apenas um cidadão expondo sua opinião. Assim como a maioria dos brasileiros, ele não concorda com a doutrinação gay e a vitimização que está sendo promovida pelos grupos ativistas homossexuais.

Como em outras oportunidades, reafirmamos nosso respeito pelos homossexuais. Porém, cremos que o homossexual tem tanto direito de ser homossexual quanto nós temos de discordar.

WND, importante site dos EUA, faz reportagem sobre blog inglês de Julio Severo

A seguir, com exclusividade, Blog Julio Severo publica tradução da reportagem integral da matéria que foi manchete ontem no WND:

Ministério de Segurança Nacional dos EUA detectado monitorando site cristão

Blogueiro conhecido por oposição à escolha do estilo de vida homossexual

Bob Unruh
© 2011 WND
O Ministério de Segurança Nacional dos EUA começou a vigiar um blog postado por um cristão que foi forçado a fugir do Brasil por causa do conflito entre a agenda de “crimes de ódio”* pró-homossexualismo da nação e a defesa dele ao casamento tradicional.
Entretanto, o que não está claro é exatamente o motivo por que o governo americano, que várias vezes ligou cristãos e conservadores ao terrorismo, está vigiando Last Days Watchman, o blog em inglês de Julio Severo que é assumidamente cristão.
WND pediu que o Ministério de Segurança Nacional (MSN) desse uma explicação, mas não recebeu resposta.
Os registros do site revelam que o MSN visitou o site ontem. Um computador diferente, também no MSN, estava no site de novo hoje.
Uma reportagem de WND de 2009, logo depois que Obama assumiu a presidência, mostrava que um relatório do Ministério de Segurança Nacional alertava sobre a possibilidade de violência por parte de “extremistas direitistas” anônimos — pessoas preocupadas com a imigração ilegal, o aumento dos poderes do governo federal, as restrições [no porte de] armas de fogo [para defesa pessoal], o aborto e a perda da soberania dos EUA. O relatório apontou como ameaças particulares os veteranos que voltam da guerra.
A visita de ontem foi revelada num registro que rastreia sites.
A visita de hoje foi documentada em outro registro:
Severo foi retratado por WND em 2009 quando, como proeminente ativista pró-família do Brasil, ele foi forçado a se exilar por causa das leis de “crime de ódio”* em seu país.
Vários líderes cristãos proeminentes dos Estados Unidos na época alertaram que semelhantes repressões poderiam estar chegando aos EUA por causa dos projetos de lei de “crimes de ódio”, leis que acabaram sendo sancionadas por Obama logo depois que ele assumiu o poder.
Essa lei aumenta as penas com base nos pensamentos da pessoa que é suspeita de cometer um crime.
O Pr. Rick Scarborough da organização Vision America Action e Mathew Staver do Conselho da Liberdade expressaram sua oposição à lei na época. Embora não tenha ocorrido ainda nenhuma repressão em grande escala contra os pastores que pregam contra a homossexualidade, há indicadores de que tais tendências podem ser iminentes.
Por exemplo, a atitude de Obama de eliminar a lei das forças armadas que proibia homossexuais assumidos levanta questões sobre a situação dos capelães militares que ensinam uma perspectiva bíblica sobre a homossexualidade.
Na época de seu exílio, Severo disse para WND que embora não criminalize o Cristianismo, o Brasil regulamenta quais princípios bíblicos podem e não podem ser pregados, e bane citações bíblicas que desaprovam o estilo de vida homossexual.
“O Brasil concede liberdade de pregar o Cristianismo, contanto que as pregações evitem menções negativas de condutas e tendências culturais protegidas pelo Estado”, Severo disse na época. “O governo brasileiro está estabelecendo mais e mais categorias de condutas protegidas, banindo menções negativas. Por isso, os pregadores brasileiros precisam se atualizar sobre as mais recentes mudanças políticas e pregar um Evangelho de acordo com os interesses estatais”.
Ele citou um exemplo das restrições do Brasil.
“No Rio, um pastor pentecostal levou um criminoso a Jesus e o convenceu a se entregar à polícia. O Pr. Isaías da Silva Andrade acompanhou o ex-criminoso à polícia e quando lhe perguntaram como a vida dele havia sido transformada, o pastor respondeu que o ex-criminoso vivia sob a influência de demônios das religiões afro-brasileiras que o inspiravam a se envolver com conduta criminosa, mas agora ele encontrara salvação em Jesus. Por causa desse relato inocente, o Pr. Isaías está agora sofrendo ações criminais por discriminação contra a ‘cultura’ afro-brasileira! Se condenado, ele cumprirá sentença de dois a cinco anos de prisão”, disse Severo.
Severo disse que seus amigos o alertaram de que as autoridades estavam tentando encontrá-lo, e que então resolveu agir.
“Fui forçado a deixar o país com minha família: uma esposa em avançada fase de gravidez e duas crianças pequenas”, relatou ele em seu blog. “Estamos agora num lugar que é completamente estranho para nós. Que escolha tínhamos?”
Julio Severo
Severo disse hoje para WND por meio de um método de comunicação relativamente seguro que ele permanece num local confidencial porque “muito embora eu esteja longe do Brasil, a maior organização gay do Brasil, a ABGLT, está atrás de mim, até mesmo pedindo que seus outros grupos gays os ajudem a descobrir onde estou”.
Ele explicou que a ABGLT, que havia entrado com queixas de “homofobia” contra ele no Ministério Público Federal, recentemente recebeu, com a ajuda da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton, credenciamento na ONU, estendendo sua influência global.
Ele disse que anteriormente constatou visitas em seu site provenientes da polícia federal do Brasil.
“É como o FBI nos EUA…”, disse ele para WND.
Ele disse que monitora seus sites periodicamente e então ocasionalmente faz uma inspeção de visitante por visitante para saber quem está lendo o que ele escreve.
“Nas poucas vezes em que os examinei um por um, pude encontrar agências federais de policiamento como meus visitantes”, disse ele.
Ele disse que parece que o Ministério de Segurança Nacional estava fazendo uma busca nos termos “líder cristão”, “EUA” e “Brasil”.
“Penso que todos os líderes cristãos deveriam se preocupar com o fato de que um órgão dos EUA criado em resposta ao terrorismo islâmico esteja atrás de um líder cristão”, ele disse para WND. “Por que não líderes islâmicos?”
Ele disse em seu blog depois que constatou as visitas do MSN: “Obviamente, [meu blog em inglês] Last Days Watchman não tem nenhuma conexão terrorista ou islâmica. É cristão conservador — que é razão suficiente para ser rotulado de ‘terrorista’ por ativistas esquerdistas e anticristãos. E tal é o governo de Obama”.
“Não sei quanto tempo eles passaram em meu blog, pois esse dado específico estava ausente do registro oficial. Apesar disso, talvez por causa de alguma falha de segurança, informações relevantes foram expostas, principalmente sobre onde e quem estava ‘visitando’ meu blog”, escreveu ele. “Parece que o Ministério de Segurança Nacional dos EUA está fazendo buscas de um líder cristão (dos Estados Unidos? do Brasil?), que fugiu. Mas, fazendo tais buscas em meu blog?”
Ele disse que o propósito de seu site é conscientizar os leitores de fala inglesa acerca do que está acontecendo no Brasil, “principalmente sobre a perseguição aos cristãos”.
“Se eles estão mantendo vigilância sobre os líderes cristãos, é tempo de vigiarmos e orarmos!” disse ele.
Barack Obama
O governo dos EUA deixou claro em muitos casos que está preocupado com os conservadores como um perigo potencial e até argumentou em tribunais que quer a autoridade de rastrear os cidadãos americanos a fim de desenvolver uma “causa provável” necessária para mandados de busca.
Esse argumento está sendo feito diante do Supremo Tribunal dos EUA numa disputa sobre se os investigadores policiais e outras autoridades deveriam ter a liberdade de rastrear os cidadãos americanos que não fizeram nada que normalmente levaria um juiz a expedir um mandado de busca.
“A decisão do tribunal de recursos, a qual imporá que os agentes da lei obtenham um mandado antes de colocar um dispositivo GPS num veículo se o dispositivo for usado por um ‘prolongado’ período de tempo, criou incerteza com relação ao uso de uma importante ferramenta para os órgãos policiais”, disse o depoimento do governo no caso EUA versus Antoine Jones.
“Embora em algumas investigações o governo pudesse estabelecer uma causa provável e obter um mandado antes de usar um dispositivo GPS, as agências policiais federais frequentemente usam dispositivos de rastreamento no início das investigações, antes que as suspeitas tenham amadurecido e se transformado em causa provável. A decisão do tribunal de recursos impede agentes da polícia de usar dispositivos GPS num esforço de coletar informações para estabelecer uma causa provável”.
No caso, agentes colocaram um dispositivo de rastreamento no veículo de Jones, e ele mais tarde foi acusado e condenado por crimes de drogas com base em informações obtidas a partir do dispositivo de rastreamento. No entanto, a condenação dele foi anulada quando uma comissão do tribunal de recursos argumentou que as informações foram obtidas sem um mandado.
O governo solicitou ao Supremo Tribunal que analisasse se o uso, sem mandado, de um dispositivo de rastreamento para monitorar os movimentos do veículo em ruas públicas violou a Quarta Emenda.
Mas especialistas em direitos civis do escritório de advocacia William J. Olson da cidade de Vienna, Virginia, e Gary Kreep da Fundação de Justiça dos Estados Unidos na cidade de Ramona, Califórnia, estão argumentando num depoimento de amigo da corte que embora o Supremo Tribunal precise examinar o caso, a meta deveria ser proteger as proteções asseguradas pela Declaração de Direitos dos EUA contra excessivas buscas e apreensões, não expandir o poder governamental de monitorar seus cidadãos.
Embora o governo de Obama esteja pedindo por uma decisão judicial sobre o uso, sem mandado, de unidades de rastreamento, o Supremo Tribunal quer depoimentos que também lidem com a questão de se o governo estará violando a Quarta Emenda até mesmo com a instalação de tal unidade.
Uma pesquisa de opinião pública divulgada antes mostrou que o Indicador de Liberdade do WND, uma avaliação das perspectivas dos americanos sobre suas liberdades, teve uma queda vertiginosa nos últimos três meses, para 45,9 — seu ponto mais baixo nos últimos dois anos em que a pesquisa vem sendo conduzida.
Entre as perguntas usadas para montar a classificação — onde 50 reflete uma perspectiva neutra sobre liberdades — estava: “Você acredita que o governo hoje está usando meios tecnológicos, tais como câmeras, escâneres e registros eletrônicos de saúde, para se tornar intrusivo demais nos assuntos particulares dos americanos?”
Uns 75 por cento dos que responderam disseram que há um problema. Aproximadamente 38 por cento dos americanos disseram que percebem “grandes intrusões” e outros 14,5 por cento disseram que há uma “intrusão substancial”. Outros 22,8 por cento disseram que há “alguma intrusão”.
A determinação do governo federal de que pessoas que são inocentes de crimes merecem ser vigiadas já está documentada.
Um relatório de 2009 do MSN, “Extremismo Direitista: O Atual Clima Econômico e Político Incitando o Ressurgimento da Radicalização e Recrutamento”, disse: “ameaças de grupos supremacistas brancos e violentos grupos antigoverno durante 2009 foram em grande parte retóricos e não indicaram planos de executar atos violentos”.
Mas o relatório disse que as dificuldades econômicas cada vez piores, as potenciais novas leis restringindo o porte de armas [para defesa] e “a volta dos veteranos militares enfrentando significativos desafios de reintegração em suas comunidades poderiam levar ao potencial surgimento de grupos terroristas ou extremistas solitários capazes de executar violentos ataques terroristas”.
O relatório da Secretaria de Espionagem e Análise do Ministério de Segurança Nacional definiu extremismo direitista nos EUA como “dividido naqueles grupos, movimentos e adeptos que são orientados principalmente por ódio (baseado em hostilidade de grupos religiosos, raciais ou étnicos particulares) e aqueles que são principalmente antigoverno, rejeitando a autoridade federal em favor de uma autoridade estadual ou local, ou rejeitando a autoridade do governo inteiramente. Pode incluir grupos e indivíduos que são dedicados a uma única questão, tais como oposição ao aborto propositado ou à imigração”.
Depois de algumas semanas, veio um relatório do Centro de Análise de Informações do Missouri (CAIM) ligando os grupos conservadores ao terrorismo dentro dos EUA.
O relatório do CAIM alertou os órgãos policiais a prestar atenção em indivíduos suspeitos que podem ter adesivos de candidatos políticos tais como Ron Paul, Bob Barr e Chuck Baldwin. Além disso, o relatório alertou os órgãos da polícia a prestar atenção em indivíduos com ideologias “radicais” com base em perspectivas cristãs, tais como oposição à imigração ilegal, ao aborto propositado e aos impostos federais.
* Nota do tradutor: De longe, é claro, a maior lei de “crime de ódio” do Brasil seria o PLC 122, que foi eficazmente combatido por mim e muitos outros cristãos no Brasil, não tendo sido até agora aprovada em nenhuma de suas formas camaleônicas. Embora não exista ainda nenhuma lei federal anti-“homofobia” no Brasil, tal lei já foi aprovada em 2001 no Estado de São Paulo pelo PSDB. É a partir de São Paulo que ativistas gays iniciaram queixas formais contra Julio Severo. Em 2006, a Associação da Parada do Orgulho Gay de São Paulo registrou queixa de “homofobia” contra Julio Severo no Ministério Público Federal de São Paulo. No final de 2007, Toni Reis, presidente da ABGLT, fez a mesma queixa no Ministério Público Federal de São Paulo, muito embora a ABGLT tenha sua sede em Curitiba, Paraná, não São Paulo.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

10 RAZÕES PORQUE É ERRADO ABORTAR

John Piper

Isto não é uma defesa à humanidade da criança não-nascida. É um argumento de que, se a criança não-nascida é humana, não deve ser abortada. Existem alguns abortistas que acreditam que a criança não-nascida é um ser humano. Mas estes médicos fazem abortos regularmente de qualquer forma, pois acreditam que tirar uma vida inocente, mesmo sendo algo trágico, é justificável devido às circunstâncias que enfrentam mãe e filho. Alguns destes médicos querem ser cristãos e bíblicos, e não vêem que sua prática é errada. Escrevi este pequeno texto para que estes médicos reconsiderem.
  1. O Senhor ordenou, “Não matarás” (Êxodo 20:13).
    Eu tenho consciência de que alguns assassinatos são endossados na Bíblia. A palavra “matar” em Êxodo 20:13 é, em hebreu, “rahaz”. É usada 43 vezes no Antigo Testamento hebreu. Sempre significa violência, matança que na verdade é assassinato. Nunca é usada com o sentido de matar na guerra ou (com uma exceção, Números 35:27) em execuções judiciais. Existe uma diferença clara entre a morte legal (sentença de morte) e o assassinato ilegal. Por exemplo, em Números 35:19, “O vingador do sangue matará o homicida.” A palavra “matará” vem de “rahaz” que é proibida nos Dez Mandamentos. A expressão “sentença de morte” é uma expressão geral para descrever as execuções legais.

    Quando a Bíblia fala de algum assassinato que seja justificado, está se referindo a Deus partilhar alguns de seus direitos com as autoridades civis. Quando o estado age como preservador da justiça e da paz enviado por Deus, tem o direito de “fazer debalde a espada” como é citado em Romanos 13:1-7. Este direito do estado sempre é exercido para punir o mal, nunca para atacar o inocente (Romanos 13:4).

    Portanto, “não matarás,” é uma denúncia clara e retumbante da matança de inocentes crianças ainda não-nascidas.
  2. A destruição da vida humana concebida — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma violação da obra única de formar as pessoas que só Deus faz.

    Podemos citar alguma coisa das Escrituras relacionada ao que está acontecendo quando uma vida que está no ventre é abortada? Salmos 139:13 diz: “Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.”

    O mínimo que podemos extrair deste texto é que a formação da vida de uma pessoa no ventre é uma obra de Deus. Deus é quem “possui” e quem “cobre”, nesta passagem. Além do mais podemos dizer que a formação de vida no ventre não é um mero processo mecânico, é algo semelhante à tecelagem ou até mesmo ao tricô: “cobriste-me no ventre de minha mãe.” A vida da criança ainda não nascida é a tecelagem de Deus, e o que ele está tecendo é um ser humano a sua semelhança, diferente de qualquer outra criatura no universo.

    A outra passagem, menos conhecida, está no livro de Jó. Ele atesta nunca ter rejeitado os pedidos de seus serviçais, mesmo que naquela cultura as pessoas considerassem os serviçais meros objetos. O que merece atenção aqui é como Jó argumenta.

    Jó 31:13-15 diz: “13)Se desprezei o direito do meu servo ou da minha serva, quando eles contendiam comigo; 14)Então que faria eu quando Deus se levantasse? E, inquirindo a causa, que lhe responderia? 15) Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele?Ou na nos formou do mesmo modo na madre?”

    O versículo 15 nos dá a razão pela qual Jó seria culpado se ele tratasse um de seus serviçais de maneira desigual. A questão não é realmente o fato de que um nasceu livre e o outro nasceu na escravidão. A questão é anterior ao nascimento. Quando Jó e seus serviçais estavam sendo formados no ventre, o encarregado por este trabalho era Deus. Esta é a premissa das palavras de Jó.

    Então ambos, Salmo 139 e Jó 31, dão ênfase ao fato de ser Deus o principal trabalhador — cuidador, formador, tecelão, criador — no processo de gestação. Por que isso é importante? É importante porque Deus é o único capaz de criar uma pessoa. As mães e os pais podem contribuir com um óvulo impessoal e com esperma impessoal, mas apenas Deus cria uma pessoa independente. Então, quando as Escrituras dão ênfase ao fato de que Deus é o cuidador e formador no ventre, deve-se destacar que tudo que acontece no ventre é obra de Deus, que é a formação de uma pessoa. Do ponto de vista bíblico, a gestação é a obra de Deus para formar uma pessoa.

    Podemos ter uma discussão sem fim sobre o que é uma pessoa completa. Mas podemos dizer com muita confiança: o que está acontecendo no ventre é a obra de Deus para formar uma pessoa, e somente Deus sabe quão profunda e misteriosa é a criação de uma pessoa. Portanto, é arbitrário e injustificado presumir que com relação a qualquer parte tecida desta pessoa, sua destruição não será uma agressão às prerrogativas de Deus o Criador.

    Em outras palavras: a destruição de uma vida humana — seja ela embrionária, fetal ou viável — é uma agressão ao trabalho único de formar pessoas, feito por Deus. O aborto é uma agressão a Deus, não só ao homem. Deus faz seu trabalho único no ventre desde o momento da concepção. Este é o testemunho claro do Salmo 139:13 e de Jó 31:15.
  3. O aborto está relacionado com o que a Bíblia condena repetidamente: “derramar o sangue dos inocentes.”

    A expressão “sangue inocente” aparece cerca de 20 vezes na Bíblia. O contexto é sempre o mesmo: condena aqueles derramam o sangue ou adverte as pessoas para que não o façam. O sangue inocente inclui o sangue das crianças (Salmos 106:38). Jeremias coloca este assunto no contexto de estrangeiros, viúvas e órfãos: “Assim diz o Senhor: Exercei o juízo e a justiça, e livrai o espoliado da mão do opressor, e não oprimais ao estrangeiro nem ao órfão, nem à viúva; não façais violência, nem derrameis sangue inocentes neste lugar.” Com certeza o sangue da criança ainda não nascida é inocente.
  4. A Bíblia freqüentemente expressa a alta prioridade que Deus coloca na proteção, abastecimento e defesa dos mais fracos e mais oprimidos membros da comunidade.

    Por muitas e muitas vezes lemos sobre o estrangeiro, a viúva e o órfão. Esta é principal preocupação de Deus e deveria ser a principal preocupação de seu povo.

    “O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. E nenhuma viúva ou órfão afligireis. Se de algum modo os afligires, e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor. E a minha ira se acenderá, e vos matarei à espada; e vossas mulheres ficarão viúvas, e vossos filhos órfãos” (Êxodo 22:21-24).

    “Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo” (Salmo 68:5).

    “Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmos 82:3-4).

    “Matam a viúva e o estrangeiro, e ao órfão tiram a vida.” “E trará sobre eles a sua própria iniqüidade; e os destruirá na sua própria malícia; o Senhor nosso Deus os destruirá” (Salmos 94: 6, 23).
  5. Ao julgar uma vida humana difícil e trágica como mais maligna do que tirar uma vida, abortistas contradizem os ensinamentos bíblicos de que Deus ama mostrar seu poder de Graça através do sofrimento, não apenas ajudando as pessoas a evitarem o sofrimento.

    Isso não quer dizer que devemos procurar o sofrimento para nós mesmos ou para os outros. Quer dizer que o sofrimento é retratado na Bíblia como necessário e ordenado por Deus, apesar de não agradar a Deus a difícil situação deste mundo arruinado (Romanos 8:20-25, Ezequiel 18:32), e especialmente aqueles que irão entrar no paraíso (Atos 14:22; Tessalonicenses 3:3-4) e vivem vidas de deuses (2 Timóteo 3:12). Este sofrimento nunca é visto como mera tragédia. Também é visto como meio para crescimento em Deus e meio para tornar-se forte nesta vida (Romanos 5:3-5; Tiago 1:3-4; Hebreus 12:3-11; 2 Coríntios 1:9; 4:7-12; 12:7-10), para tornar-se glorioso na vida que estará por vir (2 Coríntios 4:17; Romanos 8:18).

    Quando abortistas argumentam que tirar uma vida é menos maldoso do que deixar sofrer, estão querendo ser mais sábios do que Deus, que nos ensinou que sua Graça é capaz de atos maravilhosos de amor através do sofrimento daqueles que vivem.
  6. É um pecado justificar o aborto no fato de que todas estas crianças irão para o céu ou terão uma vida completa na sua ressurreição.

    Esta é uma boa esperança quando o coração está partido por causa das penitências e está à procura de perdão. Mas é maldade justificar o ato de matar com a felicidade da eternidade daquele que irá morrer. A mesma justificativa poderia ser usada para matar crianças de 1 ano de idade, ou qualquer outra pessoa que acreditasse no paraíso. A Bíblia apresenta a seguinte questão: “Permaneceremos no pecado, para que a graça abunde?” (Romanos 6:1). E também: “Façamos males para que venham bens?” (Romanos 3:8). Em ambos os casos ressoa um NÃO. É presunçoso tomar o lugar de Deus e querer controlar o céu ou o inferno. Nosso dever é obedecer a Deus, não querer ser Deus.
  7. A Bíblia nos ordena a resgatar nosso vizinho da morte.
    “Resgata aqueles que estão sendo levados pela morte; segure aqueles que se deparam com a matança. Se você disser, ‘Não sabemos disso’, será que Ele que conhece o coração das pessoas não irá perceber? Será que Ele, que vigia a sua alma, não saberá, e será que Ele não irá retribui o homem de acordo com o seu trabalho?”

    Não existe razão cientifica, médica, social, moral ou religiosa para colocar a criança em uma classe tal que este texto não se aplique a ela. É uma desobediência a este texto abortar uma criança ainda não-nascida.
  8. Abortar uma criança ainda não-nascida vai contra a repreensão de Jesus àqueles que desprezam as crianças como sendo não-dignas da atenção do Salvador.

    “E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: ‘Deixai vir a mim os meninos, e não os impeçais porque dos tais é o reino de Deus’” (Lucas 18:15-16). A palavra meninos também é usada para denominar a criança não-nascida no ventre de Isabel em Lucas 1:41,44.

    “E lançando mão de um menino, pô-lo no meio deles e, tomando-o nos seus braços, disse-lhes: ‘Qualquer que receber um destes meninos em meu nome, a mim me recebe; e qualquer que a mim me receber, recebe, não a mim, mas ao que me enviou” (Marcos 9:36-37).
  9. Cabe somente a Deus, o Criador, dar ou tirar uma vida humana. Não é nosso direito pessoal fazer esta escolha.

    Quando Jó ficou sabendo que todos os seus filhos tinham sido mortos, ele ajoelhou-se para adorar ao Senhor, e disse: “Nu sai do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó, 1:21).

    Quando Jó falou sobre vir do ventre de sua mãe, disse, “o Senhor deu.” E quando Jó falou em morrer, disse, “o Senhor o tomou.” Vida e morte são as prerrogativas de Deus. Ele é que dá e quem tira nesta vida. Não temos o direito de fazer escolhas pessoais sobre este assunto. Nosso dever é cuidar do que nos dá e usar isto em Sua glória.
  10. Por fim, ter fé em Jesus Cristo traz o perdão e a consciência limpa e nos ajuda através da vida e para a eternidade.

    Cercados por um amor tão onipotente, cada seguidor de Jesus está livre da ganância e do medo que podem seduzir uma pessoa a procurar por estas verdades para obter riqueza e evitar a repreensão.

MITO: Maomé viajou até Jerusalém numa noite

A ligação islâmica com Jerusalém é bastante ténue quando comparada com a ligação da Cidade Santa com o Judaico-Cristianismo. De facto, as pretensões maometanas em torno da Cidade parecem existir apenas e só porque a mesma é tida como sagrada para as religiões que mais influenciaram a cultura ocidental.
Desde o tempo de Maomé até aos dias correntes, a fé islâmica sempre foi uma ideologia invejosa, desejosa de se propagar tendo como base os fundamentos do Judaico-Cristianismo. Por exemplo, quando a Bíblia diz que Abraão é o Patriarca do Povo Judeu, os maometanos respondem alegando que o mesmo é também o Patriarca dos muçulmanos.
A razão oficial que leva a que os islamitas queiram controlar a Cidade Santa - depois de terem marchado um exército por Jerusalém dois anos após a morte de Maomé - é que, segundo as tradições islâmicas, Maomé visitou o lugar.
Infelizmente para os maometanos, se isto aconteceu, foi em sonhos.
Por mais que aqueles que pretendem o controle de Jerusalém desejem o reverso, a verdade é que nem mesmo os escritos islâmicos dão suporte à tese de que Maomé visitou o lugar fisicamente. Pelo contrário, há ampla documentação que mostra Maomé ter alegado ter tido um sonho.
Durante a altura em que as alegações de Maomé em relação a Jerusalém surgiam, ele ainda tentava convencer os cépticos de que ele era um verdadeiro profeta, pertencendo à linhagem profética dos Profetas Judeus. Que melhor forma de demonstrar isto do que alegar ter dirigido os outros Profetas (Abraão, Moisés e o Senhor Jesus) em oração na mesquita em Jerusalém (mesmo que não houvesse mesquita alguma durante o tempo em que Maomé esteve vivo)?
Mais tarde, a mulher favorita de Maomé (Aisha) alegou que a "viagem" até Jerusalém não foi uma viagem física (Ibn Ishaq/Hisham 265), e desde então sempre houve a controvérsia entre os maometanos sobre o modo da viagem a Jerusalém.
Pouco depois de ter alegado a "viagem", os habitantes de Meca gozaram com Maomé por este alegar ter feito a viagem de ida e volta a Jerusalém numa noite. Por aquela época, uma viagem de ida e vinda a Jerusalém durava cerca de um mês.
Esta história foi tão embaraçosa que, de acordo com o seu biógrafo (Ibn Ishaq/Hisham 265), muitos muçulmanos abandonaram a fé islâmica depois de ouvirem Maomé a reportar o alegado evento.
Se os habitantes de Meca soubessem o quão vasto o universo é, eles reservariam a maior ridicularização para a alegação (de Maomé) de ter visitado as portas do céu durante o mesmo sonho. O universo observável tem a distância de 93 mil milhões de anos-luz. Isto significa que se viajássemos à velocidade da luz (+/- 300.000 quilómetros por segundo) demoraríamos 93 mil milhões de anos a viajar duma ponta do universo até ao extremo oposto.
No livro "Leaving Islam" (do ex-maometano Ibn Warraq) um participante aponta para o facto de que, se Maomé tivesse saído da não-existente mesquita de Jerusalém há 1400 anos atrás à velocidade da luz, ele ainda estaria a tentar sair da nossa galáxia (p. 347).
Por esta altura, os muçulmanos, que geralmente alegam que a sua fé é a mais "científica" das religiões, recuam da alegação inicial e dizem que Maomé visitou Jerusalém "em espírito" . . . seja lá o que isso fôr. Como prova da sua alegação, um nervoso Maomé deu a Abu Bakr uma descrição geral da cidade "vista de cima". Abu Bakr "declarou" que a descrição estava "correcta".
Maomé nunca teria que se preocupar com as palavras do seu mais leal seguidor uma vez que Abu Bakr havia já declarado a sua lealdade para com Maomé:
Se ele diz algo, então isso é verdade.
(Ibn Ishaq/Hisham 265).
A credulidade de Abu Bakr era lendária. Não só ele deu a sua filha de 6 anos em "casamento" a Maomé a pedido deste último, como foi levado pelo "profeta" a acreditar em vacas falantes (Bukhari 56:677).

Conclusão:

Aqueles que acreditam que Maomé viajou até Jerusalém em corpo ou em espírito, fazem-no sem qualquer suporte do senso comum ou evidências históricas. Uma evidência absolutamente devastadora para esta suposta viagem é o facto de ter existido mesquita alguma em Jerusalém enquanto Maomé esteve vivo.
A primeira verdadeira mesquita em Jerusalém foi construída pelo Califa abd al-Malik em 691, mais de 30 anos depois da morte de Maomé. Como é que Maomé pôde ter visitado uma mesquita que ainda não havia sido construída?

Zonas da Sharia na Inglaterra - Rumo ao Britanistão


O grupo muçulmano britânico "Islam4UK" fixou cartazes em vários bairros do Reino Unido afirmando que estes são regidos pela sharia.

Em alguns bairros de Londres, onde a população muçulmana chega a 30%, represetantes do "Islam4UK" fixaram cartazes informando: "Você está entrando em uma zona controlada pela sharia - aqui a lei islâmica deve ser observada".

Os cartazes também foram fixados nas paradas de ônibus. A mensagem informa a todos, que ali é uma "zona da sharia, portanto é proibido o consumo de bebidas alcoólicas".

O responsável pela campanha é o clérigo Anjem Choudary, ele diz que os cartazes a longo prazo é parte "da criação de um emirado islâmico".

Nas últimas semanas cidadãos londrinos não-muçulmanos dos bairros de Waltham Forest e Tower Hamlets tem sido atacados por não obedecerem as leis islâmicas.

As mulheres também tem sido alvo de ameaças por não usarem o véu. Eis o resultado do tão defendido multiculturalismo europeu.

Anjem Choudary e extremistas são responsáveis por cartazes "zona da charia" em Londres

Anjem Choudary afirmou responsabilidade sobre os cartazes de "zona da charia", dizendo que ele planeja inundar comunidades específicas muçulmanas e não-muçulmanas por todo o Reino Unido e "colocar as sementes para um futuro Emirado Islâmico no longo prazo".

Na semana passada, dezenas de ruas nos bairros londrinos de Waltham Forest, Tower Hamlets e Newham foram almejadas, levantando medos de que residentes locais possam ser intimidados ou ameaçados por burlar as "regras islâmicas".

Choudary, ex-líder do Islam4UK, grupo proibido por decisão judicial, alertou: "Nós agora temos centenas se não milhares de pessoas no país desejosas a sair e patrulhar as ruas para nós e já há uma impressão pronta de 10.000 a 50.000 stickers pronta para distribuição.
"Nós iremos a todas estas áreas e implementaremos nossas próprias zonas controladas pela charia. Esta é a melhor forma de lidar com a bebedice e boçalidade, prostituição e o tipo de atitude de vida bandida que você tem nas cidades britânicas".

O ex-advogado adicionou: "Isto significará que esta é uma área onde a comunidade muçulmana não tolerará drogas, álcool, pornografia, jogos, usura, livre mistura entre os sexos - os frutos da civilização ocidental".

"Nós queremos governar a área como uma zona controlada pela charia e realmente plantar as sementes para um Emirado Islâmico no longo prazo".

Choudary diz ainda que está organizando um grande protesto contra a "extrema-direita", por causa dos atentados de Oslo, e que acredita que tal ataque poderá ocorrer no Reino Unido.

Ontem, o líder do Conselho de Waltham Forest, Chris Robbins, disse: "Assim que ouvimos falar sobre esses cartazes, trabalhamos no fim de semana para removê-los".

"Desde então, temos vindo a analisar as nossas imagens da CCTV e trabalhado com a polícia para tentar identificar os culpados. Nossa política é usar a completa extensão de nossos poderes para processar os eventuais infractores".

"As pessoas não devem ter a idéia errada sobre o nosso bairro, porque um punhado de idiotas de mentalidade estreita, que não vivem aqui, decidem desfigurar nossas ruas com cartazes ridículos".

Fonte:
Daily Mail (editado) - as fotos também são do jornal Daily Mail

“Frankenstein”: Cientistas da Inglaterra alertam sobre pesquisas secretas de híbridos de seres humanos com animais

LONDRES, Inglaterra, 25 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Num cenário que um grupo de cientistas da Academia de Ciências Médicas avisou se assemelha ao “Frankenstein” de Mary Shelley, cientistas britânicos criaram mais de 150 embriões híbridos de seres humanos com animais em pesquisas secretas conduzidas em laboratórios britânicos.
De acordo com o jornal Daily Mail, 155 embriões “mesclados”, contendo material genético tanto humano quanto animal, foram criados durante os passados três anos por cientistas que disseram que dava para se colher células-tronco para serem usadas em pesquisas com a finalidade de alcançar possíveis curas para uma grande variedade de doenças.
As pesquisas secretas foram reveladas depois que uma comissão de cientistas alertou sobre um cenário de pesadelo em que a criação de híbridos de seres humanos com animais poderia ir longe demais.
O Prof. Robin Lovell-Badge do Instituto Nacional de Pesquisas Médicas e coautor de um relatório feito pela comissão de cientistas, avisou sobre os experimentos e pediu uma vigilância mais rigorosa desse tipo de pesquisa. De forma especial ele concentrou a atenção em material genético humano que vem sendo implantado em embriões animais, e tentativas de dar atributos humanos aos animais de laboratórios injetando células-tronco nos cérebros de macacos.
Revelou-se que os laboratórios da Universidade King’s College de Londres, da Universidade de Newcastle e da Universidade de Warwick receberam autorizações para realizar as pesquisas após a introdução da Lei de Embriologia e Fertilização Humana de 2008 que legalizou a criação de híbridos de seres humanos com animais, bem como “cíbridos”, em que um núcleo humano é implantado numa célula animal, e “quimeras”, em que células humanas são misturadas com embriões animais.
Entretanto, os cientistas não pediram nenhuma lei adicional para regulamentar tais pesquisas polêmicas, mas pediram, em vez disso, uma comissão de especialistas para supervisioná-las. O Prof. Martin Bobrow, presidente do grupo de trabalho da Academia que produziu o relatório, disse: “A vasta maioria dos experimentos não apresenta questões além do uso geral de animais em pesquisas e esses experimentos devem prosseguir sob os regulamentos atuais. Um número limitado de experimentos deveria ser permitido e sujeito a análises por parte do órgão de especialistas que recomendamos; e só um número muito pequeno de experimentos deveria ser empreendido, até que pelo menos as consequências potenciais sejam mais plenamente compreendidas”.
Peter Saunders, presidente da Federação Médica Cristã, uma organização com sede na Inglaterra com 4.500 médicos ingleses, expressou ceticismo acerca de tal órgão regulador.
“Cientistas regulando cientistas é preocupante porque os cientistas geralmente não são especialistas em teologia, filosofia e ética e muitas vezes têm interesses especiais de natureza ideológica ou financeira em suas pesquisas. Além disso, eles não gostam que coloquem restrições em seu trabalho”, observou Saunders.
Numa sessão de perguntas e respostas no Parlamento sob a direção do Lorde David Alton depois da divulgação do relatório, revelou-se que as pesquisas envolvendo híbridos de seres humanos com animais pararam devido à falta de financiamento.
“Argumentei no Parlamento contra a criação de seres meio humanos e meio animais como assunto de princípio”, disse lorde Alton. “Nenhum dos cientistas que apareceu diante de nós conseguiu nos dar qualquer justificativa em termos de tratamento. Em toda fase a justificação dos cientistas foi: se tão somente vocês nos derem permissão para fazer isso, encontraremos curas para todas as doenças que a humanidade conhece. Isso é chantagem emocional”.
“Eticamente, nunca dá para justificar isso — isso nos tira o crédito como um país. É envolver-se com coisas bizarras”, acrescentou lorde Alton. “Dos 80 tratamentos e curas que ocorreram a partir das células-tronco, todos vieram das células-tronco adultas, não das embrionárias. Na base da ética e moralidade, [os experimentos com células-tronco embrionárias] fracassam; e na base da ciência e medicina também”.
Josephine Quintavalle, da organização pró-vida Comment on Reproductive Ethics (Corethics), disse para o Daily Mail, “Estou horrorizada com o fato de que isso esteja ocorrendo e não sabíamos nada disso. Por que eles guardaram isso como segredo? Se eles têm orgulho do que estão fazendo, por que precisamos fazer ao Parlamento perguntas para que isso seja trazido à luz?”
“O problema com muitos cientistas é que eles querem fazer coisas porque querem fazer experiências. Essa não é uma justificativa boa o suficiente”, concluiu Quintavalle.
 
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews