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sábado, 6 de agosto de 2011

Deputado gay compara cristãos brasileiros a matador da Noruega

Depois do ataque feito pelo então chamado fundamentalista cristão, Anders Behring Breivik, Jean Wyllys, o deputado federal do PSOL que defende a causa gay, trouxe à tona suas preocupações com o que ele chamou de direita religiosa no Brasil.
    Em um artigo publicado na revista Carta Capital, Wyllys escreveu sobre “uma direita religiosa que tem ganhado força no Ocidente”. “Em todo o Ocidente, a direita religiosa tem ganhado força e se expressado da maneira mais assustadora possível”, comparando o Brasil com a Noruega, no recente massacre.
    “O que esperar de nosso país, o Brasil, onde atualmente as crenças dos Cristãos conservadores exercem uma enorme influência sobre o discurso público – em escolas, juizados e principalmente no Legislativo – ao ponto de intervirem em políticas de governos e silenciar, sob ameaça de danos eleitorais, políticos de boa fé?”
    Wyllys acusa que o responsável pelo massacre o Realengo, no Rio de Janeiro, que deixou 12 crianças mortas, era um cristão fundamentalista, informação que, contudo, não foi confirmada. Segundo ele, o fanatismo cristão é ainda o responsável por campanhas difamatórias nas redes sociais contra aqueles que defendem os direitos homossexuais e, particularmente, contra ele mesmo.
    Um professor de ética Cristã da Faculdade da Faculdade Bastista ABC, Moisés Vieira Fernandes, respondeu às críticas aos cristãos e a comparação entre Brasil e a Noruega proposta por Wyllys dizendo que o deputado está totalmente equivocado ao usar o conceito de fundamentalismo cristão dessa maneira.
   Segundo Fernandes, o termo ‘fundamentalismo cristão’ se refere à “crença na palavra de Deus como ela é”, ou seja, o fundamentalista é o que é focado na Bíblia Sagrada.
    “Ele está totalmente equivocado. Os fundamentalistas cristãos são as pessoas focadas na Biblia sagrada. O fundamentalismo que ele afirma não tem a ver com o Cristianismo”, explicou o professor.
    Wyllys pareceu implicar que existem Cristãos de bom senso e os fundamentalistas, que se inserem no contexto de lutas e discussões entre homossexuais e líderes religiosos no âmbito político, social e religioso frente às exigências por eles de leis em favor à comunidade LGBT.
    Segundo o teólogo e professor, as pesquisas no Brasil mostram que 92% da população são contra as leis que eles querem aprovar. Os homossexuais agredidos no Brasil, ele afirma, foram por grupos que não eram evangélicos, levantando também a questão da liberdade de expressão religiosa.
    “O problema é que a lei deles diz que não podemos fazer críticas ao homossexualismo. E aqui no Brasil nós podemos falar mau do diabo, mau do papa, do presidente”, disse ele.
    Fernandes ainda alertou que garotos homossexuais vão de mãos dadas, provocando pessoas em shopings para que as pessoas discutam com eles a fim de que os chamem de homófobicos e chamem a polícia. Ele afirmou que o grupo homossexual está fazendo guerra contra “todos” não somente contra evangélicos.
    O caso da Noruega, Fernandes ressalta que não tem nada a ver com o que acontece no Brasil. Ele relembra que o fundamentalismo é a crença na palavra de Deus e que os Cristãos evangélicos não podem punir apesar de serem contra o homossexualismo. “Não temos nenhum comportamento punitivo”.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Quando o líder da nova nação, Sudão do Sul, assinou a nova constituição do seu país, ele fê-lo usando o chapéu de bowboy que lhe foi oferecido por George W. Bush.
Segundo um blogue do "Middle East Institute" (MEI) , Bush deu o chapéu a Salva Kir em 2006. O chapéu não só se tornou instantaneamente na sua imagem de marca, como, segundo o MEI, ele nunca mais foi fotografado sem ele.
O New York Times reportou que durante este fim de semana, na capital Juba, o papel de George W. Bush no acordo de 2005 foi agradecido de forma bem visível. Segundo uma fonte, um homem exibia um sinal que dizia "Obrigado George Bush".
O Los Angeles Times citou um escritor e professor sudanês - Tabon li Liyong - que deu crédito a Bush pela independência do país:
Os apelos do Sudão do Sul foram ouvidos por George Bush e pelos fundamentalistas Cristãos. Hoje é o dia de Obama, mas nós não sabemos o que ele irá fazer.

Se o poeta não sabe o que o Obama vai fazer, então ele não tem prestado atenção ao que o mesmo tem feito durante os últimos 2 anos.
É por demais evidente que se Obama fosse presidente em 2005, o Sudão do Sul não seria independente hoje em dia. Infelizmente para todos os que sofrem os ataques provenientes dos maometanos, o Obama não tem a mínima vontade de ser uma voz em favor da liberdade se isso for ofensivo para os islamitas.
Não sei o que o futuro reserva ao Sudão do Sul, mas Deus esteja com eles. Pelos menos espírito de gratidão para com George W. Bush eles têm.